quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Hoje
domingo, 16 de janeiro de 2011
Futilidade,
palavra que para alguns é apenas ao vento, na minha concepção virou sinônimo de trauma. Aliás, tantos traumas apareceram, que já me perdi em todos eles. Talvez com isso, eu tenha enlouquecido e perdido a noção do perigo. Afinal, o mundo é dos loucos, e medo de arriscar é coisa dos fracos.
Críticas e avisos não me faltam, afinal minhas atitudes não condizem com o meu passado, que de vez em quando, aparenta não ter servido de lição. Teimosia é meu sobrenome, e, não sei se infelizmente, mas não desisto enquanto não ter a certeza de que não há mais jeito de fazer do meu jeito. Daí, na maioria das vezes, eu acabo sofrendo. Mas todos sofrem, e eu penso que é melhor sofrer por ter tentado, do que sofrer por receio de tentar e depois se arrepender. O único problema é que eu descarto quase sempre a probabilidade de pensar antes de agir. Isso sim é ruim, porém todos nós temos defeitos.
Tenho limite quando se trata de consequências graves, e não me deixo levar pela loucura de outras pessoas. Tenho principios, e não preciso experimentar de tudo pra ter certeza do que tenho vontade de fazer.
Gosto do impossível e do improvável, de viver encontrando com o acaso, de morrer de alegria. Me perguntam se tenho cérebro, e eu respondo: não sei. As únicas coisas que tomo conhecimento até agora é que tenho coração, e de vez em quando, borboletas no estômago.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Cada vez mais difícil
não sofrer. Quando você acha que iria ser diferente, vem a ironia do destino e te surpreende, mostrando que o filme é o mesmo. Nisso fica impossível acreditar na plena felicidade, porque sempre vai haver alguém pra te decepcionar. Alguém próximo, de preferência. Daí, as pessoas me perguntam porquê eu choro, e eu respondo: realmente não sei. São tantos motivos, tanta coisa magoando ao mesmo tempo que eu não penso mais; simplismente choro. Lembranças, momentos recentes, tudo, tudo hoje em dia me faz chorar. Talvez seja pelos meus sentidos sensíveis que me fazem notar malícia, raiva ou indiferença nos atos da maioria. E tudo se torna cada vez mais racional; as pessoas se distanciam com a mesma facilidade que se aproximam; esquecem dos momentos bons, afinal, foram só momentos. Ódio de tudo isso, simplismente ódio do mundo, ou dos meus sentimentos intensos demais.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Amanheci em cólera.
Não, não, o mundo não me agrada. A maioria das pessoas estão mortas e não sabem, ou estão vivas com charlatanismo. O amor, em vez de dar, exige, e quem gosta de nós quer que sejamos alguma coisa de que eles precisam. Mentir dá remorso, e não mentir é um dom que o mundo não merece.
Autor desconhecido.
Assinar:
Postagens (Atom)



